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segunda-feira, 19 de abril de 2010

14.5 - AS AVENTURAS DE BHIMA NA TERRA DOS HOMENS: SALVANDO AS TERRAS DE MARCIANO GUERREIRO

NEUZA MACHADO



14.5 - AS AVENTURAS DE BHIMA NA TERRA DOS HOMENS: SALVANDO AS TERRAS DE MARCIANO GUERREIRO

NEUZA MACHADO


Ao chegar em cima
das Destroçadas Terras
de Marciano Guerreiro,
naturalmente voando,
pilotando a sua Maravilhosa Vimana,
o Bhima olhou para baixo
e viu que os Cupins Gigantes
das Bandas do Norte
dos Guerreiros Inflamantes
ainda continuavam a destruir
sem piedade
os Domínios do Velhíssimo Fazendeiro Mineiro.

Então, não teve dúvida:
a bordo de sua Viman’Antigona,
foi espetando cada Gorda Nuvem
com um afiadíssimo e compridíssimo
espeto de churrasco,
despejando assim
uma incrível tonelada gigantesca de água
bem em cima dos Invasores Não-Convidados.
Quando a última nuvem foi espetada,
já satisfeito,
percebeu que os Derradeiros Cupins Resistentes
se debatiam em meio às Revoltosas Águas,
as quais tomaram por completo
as Terras Destroçadas de Marciano Guerreiro.
A água da chuva estava a punir os invasores
e, ao mesmo tempo,
depois que escorresse
para o Grande Oceano Atlântico
de Antigas Empreitadas,
seria ela a ReNovadora
da Seiva Indispensável
às Terras Martirizadas.
As terras do Marciano
seriam novamente produtivas
em um Curto Espaço de Tempo.

Enquanto não,
o Bhima se encarregaria de abastecer,
de longe naturalmente,
com alimentos e roupas e calçados,
o seu Velhíssimo Amigo
e os seus Protegidos Imediatos.
Eles nem precisariam ficar sabendo
de onde provinham os donativos,
e dariam graças a Deus
pela ajuda inesperada.
Quanto àquela quantidade incrível
de Malvados Cupins Gigantes Afogados,
suas apodrecidas carcaças
se tornariam um bom nutriente
para as Terras Destruídas
do Velhíssimo Marciano
dos Longos e Revoltos Cabelos Argentados.
E, de qualquer maneira,
ele ainda poderia contar
com a Matinha-Virgem,
aquela destinada ao repouso do Bhima.
Dentro dela, ainda existia
um sem-número de animais e plantas
e frutos comestíveis.
E, ali, os passarinhos cantavam
e as flores se multiplicavam,
alegres e coloridas,
transformando o lugar
em um sítio aprazível.

Ainda bem que, naquele dia,
O Bhima tivera a idéia
de visitar o seu Velho Amigo.
Graças a sua presença,
as terras foram salvas
e os Cupins Gigantes foram destruídos
pelo caudal de águas revoltosas
daquela chuva das Gordas Nuvens do Norte.
E, enfim, o Marciano poderia recomeçar
a sua lida de Fazendeiro conceituado,
já que suas Terras iriam se renovar,
produzindo o almejado
e consagrado pão nosso de cada dia,
para ele, sua família e todos os demais
que dependiam de sua
proteção paternal espiritual e vital.

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